O que acha?

O que achamos ser, ou tudo o que interpretamos e denominamos realidade, na verdade é apenas o resultado do nosso filtro interpretativo pessoal. Digamos que parcialmente real, já que se trata de um fragmento de informação, uma vez que se trata apenas da nossa visão dos factos. Seria impossível saber tudo em todos os momentos e essa é a sapiência inconstante da vida, é um facto que o leitor(a) poderá apresentar. No entanto teremos que acordar que é também um facto a visão minimalista da realidade, e ainda mais, uma autêntica loucura viver apenas de acordo com o cesto psicológico que chamamos eu.

Mas então poe-se a questão…” Devo acreditar em tudo o que penso ou acho?”

A resposta é NÃO categoricamente. E tenhamos alguns factos a considerar:

Nem tudo o que pensamos é necessariamente nosso em 1º lugar.

Somos alvo de várias influências ao longo de milénios, mais próximo claro dos familiares ascendentes e descendentes, mas também somos influenciados pela rua, cidade, casa, pais ou continente. Pelo clima, pelos amigos e colegas de trabalho ou escola. Estes e muitos outros formalizam crenças em nós, e não são necessariamente nossas em essência, mas decidimos acreditar.

Sentir mais, pensar menos será talvez a melhor e mais curta resolução.

Em 2º Nunca dispomos absolutamente de toda a informação.

O que sabemos mesmo do universo doo outro ou da sua realidade para opinar ou deliberar seja o que for sobre a sua vida? Como poderíamos alguma vez, mesmo vivendo eventos iguais de vida, comparar sensações ou dores emocionais vividas por alguém? Não podemos. Nem sabemos tão pouco que pessoas estão destinadas as cruzar-se connosco em vida e das quais teremos de aprender, ensinar, amar, evitar, irritar, etc. Não podemos controlar absolutamente isto.

Mas… podemos escolher e decidir com o que sentimos em coração. A nossa 1ª reação a algo ou alguma coisa que se apresenta. A dificuldade aqui é estar atento o suficiente para sentir-nos a nós mesmos.

O que acha? 🙂

Me ❤

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